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Claudio Thebas é publicitário, escritor e palhaço, e possui inúmeros prêmios em sua carreira. Seus livros já superaram a marca de 300.000 exemplares vendidos no Brasil. Como palhaço, é integrante do Jogando no Quintal, um dos mais importantes e influentes grupos de teatro de improviso do mundo. Sua sólida carreira solo é igualmente reconhecida e focada em transformação social. Claudio é co-fundador das FORÇAS AMADAS, grupo especializado em ações sociais, que se apresenta em regiões que passaram por algum tipo de crise, seja ambiental ou de ordem econômica. Em 2011 este grupo realizou diversas ações em Teresópolis, nas comunidades afetadas pela catástrofe provocada pelas chuvas e pelo descaso público. Por trabalhar sempre em relação com suas platéias, Claudio Thebas tornou-se especialista em questões de escuta social e posturas positivas para o convívio. Sua web série “Fala que Eu Não Te Escuto” tornou-se um fenômeno de audiência, com mais de 600.000 acessos no youtube. Claudio é também fundador do LEC – Laboratório de Escuta e Convivência, empresa especializada em treinamentos corporativos, com enfoque em relacionamentos. Participou do TEDxJardimBotânico e suas palestras já foram assistidas por mais de 300.000 pessoas em todo Brasil.


Por um lado, aliviar a dor e o sofrimento de doentes e familiares. Por outro, resgatar a biografia de pacientes. Esse é o exercício diário de Ana Claudia Quintana Arantes, médica formada pela FMUSP e especialista em Cuidados Paliativos pelo Instituto Pallium e Universidade de Oxford, além de pós graduada em Intervenções em Luto. Foi a responsável pela implantação das políticas assistenciais de Avaliação da Dor e de Cuidados Paliativos do Hospital Israelita Albert Einstein e é sócia fundadora da Associação Casa do Cuidar. Atualmente trabalha em consultório e como médica assistente do Hospice do Hospital da Clinicas da FMUSP, na Unidade Jaçanã.


Arthur Danila é médico formado pela Faculdade de Medicina da USP e atualmente residente em Psiquiatria pela mesma instituição. Foi presidente do Centro Acadêmico Oswaldo Cruz em 2008, é fotógrafo interessado no paisagismo urbano e colaborador do grupo de trabalho de humanização do Instituto de Psiquiatria do HCFMUSP. Desde 2009, se interessa pela questão da mobilidade urbana em São Paulo, envolvendo-se com o cicloativismo e locomovendo-se diariamente para o trabalho de bicicleta. É o proponente da implementação do sistema de bicicletários no Hospital das Clínicas da FMUSP, e incentivador dessa modalidade de transportes na cidade por acreditar que o ciclismo possa ajudar a manutenção da saúde mental e física de seus habitantes, além de economizar tempo e ser ecologicamente sustentável.


Referência em percussão corporal, o grupo Barbatuques produz música orgânica utilizando o próprio corpo como instrumento musica. Melodias e diferentes ritmos musicais são criados a partir de efeitos de voz e da exploração de sons produzidos pelo corpo humano: palmas, estalos, batidas, mãos e pés em sintonia. O resultado é surpreendente’.


Ela rodou os campos de batalha do mundo para lutar agora em São Paulo. A psiquiatra Carla Kamitsuji formou-se na turma 85 da FMUSP. Trabalhou na ONG Médicos Sem Fronteiras (MSF) em Uganda, Iraque e nos Territórios Palestinos Ocupados. Atuou também junto ao Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV) no sul da Rússia (Tchetchênia). Voltou ao Brasil no meio de 2011, trabalhando com saúde mental na atenção primária – Núcleo de Apoio à Saúde da Família (NASF), no Pólo de Atenção Intensiva em Saúde Mental da Zona Norte (PAI-ZN) do Hospital do Mandaqui e no Ambulatório Transcultural do Instituto de Psiquiatria (IPq) do HC FMUSP.


Dario Birolini formou-se pela Faculdade de Medicina da USP em 1961, defendeu Tese de Doutorado em 1969, fez concurso para Livre Docente em 1976 e para Professor Adjunto em 1978. Em 1987 prestou concurso para Professor Titular da Disciplina de Cirurgia do Trauma. Foi fundador da Sociedade Brasileira para o Atendimento Integrado do Traumatizado – SBAIT e seu Presidente de 1982 a 1990. Na década de 80 introduziu no Brasil o curso de Suporte Avançado de Vida em Trauma – ATLS e foi consultor para assuntos voltados para o atendimento a emergências do Ministério da Saúde e da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo. Em 1990 assumiu a Direção do Programa Nacional de Emergências e Trauma do Ministério da Saúde. É autor ou coautor de mais de 300 trabalhos científicos publicados em revistas nacionais e internacionais, escreveu mais de 150 capítulos de livros e é autor ou coautor de 23 livros. Suas publicações são, em sua maioria, voltadas para as áreas de trauma, emergências cirúrgicas, cuidados pré e pós-operatórios e metabolismo em cirurgia.


As esculturas de Elisa Bracher, obras de grande porte em madeira, metal e pedra, destacam-se nas paisagens de espaços públicos de São Paulo, Rio, Essex (Inglaterra) e Berlim, assim como se fazem presentes em importantes coleções públicas como MAM – SP, MAM – BA, CCSP, Museu Nacional de Belo Horizonte e Centro Cultural Dragão do Mar. A artista plástica paulistana também é fundadora do Instituto Acaia, uma organização não governamental criada em 1997, que recebe crianças e adolescentes de 6 a 18 anos, muitos deles moradores das comunidades no entorno da Vila Leopoldina e CEAGESP (São Paulo), onde são oferecidas inúmeras atividades sócio-educativas.


Pilotar o trânsito de São Paulo tendo, dele, uma visão tão geral a ponto de sugerir a uma cidade inteira que não saia de casa, quanto específicos, ao sugerir o melhor caminho para você. Não estamos falando de um engenheiro de tráfego, mas sim de Felipe Bueno, diretor e apresentador da Radio Sulamérica FM. Felipe está lá desde sua fundação, em 2007, e é formado em Jornalismo e História pela USP. Além do Grupo Bandeirantes, por 10 anos foi profissional da Rádio Eldorado, passando também por Gazeta Mercantil, Agência Estado e Kiss FM.


A Cidade do México tornou-se uma incubadora para projetos de inovação cidadã. Um dos mais emblemáticos é o projeto VerdeVertical, liderado pelo arquiteto Fernando Ortiz Monasterio Garza, focado na investigação, desenho e construção de projetos que promovem cidades sustentáveis e novos futuros possíveis, apoiado por um grupo interdisciplinar de mais de 50 pessoas. Pioneiro na implementação dos jardins verticais naquele país, entre suas obras destacam-se o projeto “Respira”, composto por 5 esculturas verdes de grande escala que formam a Rota Verde da Cidade do México, e o maior jardim vertical do mundo em San Jose del Cabo, com mais de 2.000 m2, construído em um centro de convenções para uma reunião do G 20. Acumula hoje mais de 250 obras, que somam mais de 16.000 m2 de jardins verticais para governos e também para particulares.


Curiosa a formação de Flávio Falcone. Afinal, ele é psiquiatra formado pelo Instituto de Psiquiatria do HCFMUSP. Também é bailarino e palhaço, tendo estudado técnicas dessas artes com grandes nomes. Além de ser Intérprete na Cia. Silenciosas+GT’aime, criou o Projeto AmarGen, onde utiliza a arte como ferramenta de cura. Acredita que a alegria é um poderoso remédio e que o amor por todas as coisas é o centro de qualquer arte. O projeto cresceu e virou uma companhia, o Coletivo AmarGen, formada por artistas profissionais (palhaços, atores, bailarinos e músicos) e alunos do Projeto. Seu espetáculo-sarau “Circo Geral das Galáxias” é um espaço de reflexão e potencialização da expressão artística como “remédio” para o descontentamento e a tristeza que vivemos no mundo atual.


Helle Søholt é sócia fundadora e Diretora Geral da Gehl Achitets, um escritório que pensa a construção de cidades para pessoas. Helle defende um planejamento urbano onde o cidadão seja o foco principal, onde os espaços públicos sejam a sala de estar da cidade. Seu planejamento leva em conta não apenas a necessidade social de as pessoas se encontrarem; ela acredita que as disposições arquitetônicas podem favorecer o que os cientistas das redes chamam de “capital social”. O escritório foi responsável pelo planejamento urbano de diversas cidades – como Melbourne, Estocolmo, Lyon e Perth. Os projetos e consultorias prestadas por eles vão muito além da mobilidade urbana – tocam em questões de habitação, revitalização dos centros das cidades, segurança, espaços públicos de convivência, etc.


Quis o destino (além de muito trabalho duro) que a mineira Maria Teresa Diniz, coordenadora do GT Projetos na Secretaria Municipal de Habitação de São Paulo, liderasse uma equipe de especialistas que desenvolvem as diretrizes de projetos para urbanização de favelas e habitação de interesse social. Sua equipe é responsável pelo concurso nacional de projetos Renova SP. Coordena também o Programa de Urbanização e Regularização de Paraisópolis. Com experiência em gestão das águas e compilação de legislação ambiental, integrou a coordenação do curso de pós-graduação Habitação e Cidade, na Escola da Cidade. Arquiteta e urbanista formada pela FAMIH em Belo Horizonte, é mestre em geografia pela Université Panthéon-Sorbonne.


Pam Warhurst preside, na Grã Bretanha, o Conselho Diretor da Comissão Florestal que orienta e implementa a política florestal no país. Mas é por ter fundado, junto a um grupo de pessoas, o Incredible Edible, uma iniciativa em Todmorden, na Inglaterra, que as atenções do mundo voltaram-se a ela. O Incredible Edible é uma parceria comunitária que incentiva a participação de todos através do cultivo de alimentos em suas próprias localidades. Planta-se hoje em qualquer espaço da cidade. A ideia criou corpo e hoje também é implementado em cidades dos EUA e também no Japão. A comunidade mantém projetos como “Every Egg Matters” que incentiva as pessoas a criar galinhas e as incentiva a vender os ovos aos vizinhos. Além disso, usa um “Mapa de Galinhas” para conectar consumidores e criadores. O Incredible Edible Todmorden empodera pessoas comuns para assumir o controle de suas comunidades por meio de um engajamento cívico ativo.


Paulo Saldiva é um cientista militante que pesquisa os impactos da poluição urbana na saúde dos cidadãos há mais de 20 anos. É chefe do Departamento de Patologia da Faculdade de Medicina da USP e coordenador do Instituto Nacional de Análise Integrada de Risco Ambiental do CNPq. Desloca-se para o trabalho de bicicleta atravessando as principais veias da cidade de SãoPaulo, pois acredita que assim economiza tempo e ganha saúde. Os dados levantados em suas pesquisas revelam que o paulistano respira 4 vezes o nível de poluição aceito pela Organização Mundial da Saúde. Os estudos do Laboratório de Poluição mostram que a exposição crônica à poluição de São Paulo causa alterações não somente no trato respiratório e cardio-vascular, mas causa impacto na fertilidade, no desenvolvimento fetal, e no desenvolvimento de neoplasias.


Ricardo Ferraz é um dos fundadores do Movimento Boa Praça, uma iniciativa de moradores de São Paulo que trabalha para ocupar e recuperar espaços públicos na cidade. Jornalista, vencedor do Prêmio Mídia da Paz, concedido pela revista Imprensa e UNESCO, em 2002, passou pelas principais televisões brasileiras. Atualmente, trabalha como repórter da TV Cultura de São Paulo.


Não basta o lixo ser “zerado”. É possível – e é preciso – transformar lixo em habitação. O arquiteto, artista plástico e ambientalista Sérgio Prado age em várias frentes para empurrar adiante seus projetos. Por um lado, unifica suas habilidades nas três áreas reutilizando todos os tipos de resíduos em novos elementos construtivos limpos, amalgamados com poliuretano vegetal, criando emprego, trabalho e renda, como vem realizando em diversas comunidades em Ubatuba, junto a arquiteta Márcia Macul. Por outro, movimenta-se nos corredores do legislativo e dá suporte aos projetos de lei 1269/07 (estadual) e 638 (municipal) – Lixo Zero, Arquitetura Sustentável, Energia Renovável – aptas a serem votadas. Propõe a criação de Fábricas Eco Sustentáveis para todos os municípios, reaproveitando todos os descartes das comunidades (em Terra e em Mar) e das florestas (folhas, fibras secas) transformando-os em elementos limpos para Arquitetura Sustentável – no caminho de verdadeiras Cidades Verdes Sustentáveis.


O advogado e ambientalista Virgílio de Farias começou sua luta no movimento sindical, no início da década de 80. Em meio aos metalúrgicos do ABCD paulista, seu discurso e preocupação geravam certa desconfiança. Foi em frente. Presidiu o Movimento em Defesa da Vida do Grande ABC onde hoje é o atual secretário geral. Presidiu também o Conselho Municipal de Defesa do Meio Ambiente de Diadema, cidade onde foi conselheiro do CONSEMA. Focou seus atentos olhos nos cuidados – e nos descuidos – da Bacia Hidrográfica do Alto Tietê e no eixo Billings/Tamanduateí. Foi personagem de documentário e filme. Formou-se em direito em 2008, pós graduou-se em direito ambiental e preside a Comissão do Meio Ambiente da OAB / Diadema.

Quando

O TEDxFMUSP será realizado em 22 de novembro de 2012, quinta-feira, a partir das 9h, no Teatro da Faculdade de Medicina da USP, na cidade de São Paulo (SP). O endereço da FMUSP é Avenida Doutor Arnaldo, 455.

Sobre

TEDxFMUSP é um evento organizado de forma independente e acontece sob licença do TED, uma organização sem fins lucrativos com o espírito de promover ideias que merecem ser espalhadas e que começou como uma conferência de quatro dias na Califórnia, 25 anos atrás, e cresceu para apoiar ideias que mudam o mundo através de múltiplas iniciativas.

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TEDxFMUSP não é um evento organizado pelo TED Conferences.
Este é um evento organizado de forma independente e acontece sob licença do mesmo.